5 motivos pelos quais viajar acabou com a minha vida

 

Não sou muito fã de listas, muito menos de títulos apelativos, mas não consegui pensar em nada que descrevesse melhor a sensação que viajar deixou em mim.  A minha primeira viagem de verdade foi em 2011, quando eu decidi por conta própria ir pra Romênia fazer um trabalho voluntário. Entrei num avião pela primeira vez na vida, sozinha, pra ir pra Transilvânia morar com pessoas desconhecidas em um país igualmente desconhecido. E naquele verão europeu nada brando, minha vida acabou. Pelo menos a vida que eu levava até então.

Por quê? Bem, eu te conto.

 

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Foto: Pinterest

 

  1. Viajar vicia

Assim que pisei os pés na Romênia e que o momento “que merda que eu vim fazer aqui?” passou, fiquei encantada pelo país. Pela cultura, pelos construções históricas, pela indiferença dos romenos às vitrines, tão bagunçadas e quase ocultas, diferentes das nossas arrumadas com tanto esmero e pensadas estrategicamente para vender mais. E por como isso era, assim como os prédios cinzas das regiões proletárias, um vestígio claro dos tempos socialistas. Fiquei encantada pelo sistema de ônibus completamente ilógico. Pela culinária um tanto sem tempero para o nosso paladar brasileiro acostumado aos gostos fortes. Pela moda, tão despojada. Pela cultura da ostentação, que já existia por lá muito antes de ficar famosa aqui no Brasil com MC Guimê e afins. Pelas ruas com tantos paradoxos. Pelas diferenças que separam esse país tão subestimado pelos europeus do Brasil e pelas semelhanças que unem a gente. E foi assim com todos os outros lugares, seja no Brasil ou lá fora, que tive oportunidade de visitar desde então. Viajar – e todos os encantamentos que vêm junto – vicia.

  1. Nada é tão libertador quanto a sensação de estar em um lugar novo onde você é completamente anônimo

Me lembro de quando cheguei em Veneza, cansada, com sono, completamente quebrada de grana e olhar estarrecida para o pôr-do-sol mais bonito que já vi na vida. No meio de tantos italianos, tantos turistas, tanta pizza, tanto gelato, tanta água, tanta casinha colorida na beira-mar, me senti feliz e completamente anônima, como se eu estivesse ali de passagem, de figurante, mudando a minha vida e, de alguma forma, afetando as outras como um ser invisível que não pode ser tocado, cheirado ou percebido. Existe algo de libertador nesse sentimento de anonimato que temos quando viajamos. Ele nos faz desprender das nossas amarras sociais, dos nossos próprios preconceitos, tentar novos hábitos, vestir novas roupas, ir à novas festas, fazer novos amigos e se encantar com cenários diferentes dos usuais. Quando você se desloca tanto em tempo e espaço, tudo o que sobra é a aceleração – não é assim que diz a física? A gente acelera, sem nada mais importar e, de repente, tá em outro lugar, outro momento e é por isso que eu acredito que…

  1. …viajando, somos mais nós mesmos

Justamente por sermos tão desconhecidos em terras novas, nos soltamos mais. Não me refiro a fazer nada ilícito, apenas a comportamentos nos quais somos moldados, seja pela nossa família, pelos nossos amigos ou por nós. Quantas vezes crescemos ouvindo nossos pais dizendo que somos x? E os amigos falando que somos y? São tantas percepções externas (e até mesmo internas) que acabamos formando um estereótipo de quem somos. Nos agarramos tão fortemente a essa visão cheia de adjetivos que fica difícil perceber as mudanças sutis de personalidade, de valores e de pensamento que sofremos todos os dias. Quando viajamos, mergulhamos no desconhecido e, ironicamente, em um mar de autoconhecimento. Amparados pelo anonimato das viagens, somos a versão mais pura, crua e humana de nós mesmos.

  1. Sair da zona de conforto se torna uma nova zona de conforto

Uma vez que você experimenta as liberdades de viajar e quebra o medo de sair da sua zona de conforto, você procura fazer isso de diferentes maneiras no seu dia a dia, seja viajando mais, seja procurando novos desafios,  novos empregos, novos cursos ou um novo hobby. Uma vez que você sai dela, é muito difícil voltar. Tão de difícil que, pra muita gente (e eu me incluo nesse grupo),  estar fora da zona de conforto é, de certa forma, uma zona de conforto. E o inverso acaba acontecendo: difícil agora é criar uma rotina, pensar em um planejamento a longo prazo, ter disciplina com tarefas habituais… Não sei dizer com propriedade sobre como evitar que isso aconteça, mas decidi, já que os desafios de uma viagem não eram tão desafiadores e nem o conforto da rotina tão tedioso, que a minha meta seria viver no meio termo, que isso sim seria sair da zona de conforto: conciliar uma vida tradicional, um emprego rotineiro e as aventuras e descobertas de um viajante.  Não é fácil, mas ninguém disse que seria, certo?

  1. Você nunca mais vai conseguir guardar dinheiro

Tirando as raras exceções que recebem um salário consideravelmente gordo, quem gosta muito de viajar não consegue gastar dinheiro com qualquer outra coisa que não seja… viajar. Esqueça os celulares de última geração, festas caríssimas open bar, carros, apartamentos, casas… A prioridade de quem se apaixona por todo o sentimento que as viagens rumo ao desconhecido proporcionam é destinado para novas passagens, muitas delas sem data de volta. Talvez seja um problema meu e da minha incapacidade crônica de fazer contas e controlar com decência mínima uma tabela de gastos no Excel, mas minha poupança vive vazia, especialmente agora que acabei de gastar o pouco que juntei pra visitar meus amigos no Rio de Janeiro. 

 

De 2011 pra cá, foram muitos novos lugares. Assim que voltei da Romênia, fui conhecer o Nordeste brasileiro pela primeira vez. Ganhei, no ano seguinte, uma bolsa de estudos na Dinamarca que me deixou voltar pra Europa e nem assim consegui entender como, em um espaço tão pequenininho de terra, coabitam tantos países e culturas completamente diferentes entre si.

No fim,  a pessoa que embarca no aeroporto nunca é a mesma pessoa que volta para dar abraços cheios de saudade. Além da bagagem quase sempre mais cheia e pesada, ela traz também reflexões sobre a vida e sobre o mundo que, de alguma forma, a tornam uma pessoa melhor. E, junto, muitos, muitos planos para novas viagens.

Qual a próxima parada?

Bruna Estevanin

Bruna Estevanin

Bruna é uma jornalista inquieta que adora ouvir histórias e nunca recusa um convite para jogar baralho. Acredita mais em ações que em palavras e as pessoas que enrubescem quando estão envergonhadas são as suas favoritas. Nas horas vagas, ela inventa teorias sobre comportamento humano, rabisca uma ideia e outra e coleciona guardanapos.
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  • Marilde 07/07/2014   Reply →

    Amei! Parabéns.

    • Bruna Estevanin 07/07/2014   Reply →
      Bruna Estevanin

      Oi, Marilde! Que bom que gostou =) Viajar muda mesmo a vida da gente, né? E, pelo seu blog, já vi que de viagem você entende! Beijos

      • Luiz Santos 11/07/2014   Reply →

        Nossa Bruna, vi meu reflexo em muitas passagens do seu texto. Morei 10 anos fora (Europa) e pela facilidade de conhecer várias países com culturas tão diferentes e tão próximos, fazia uma viajem pelo menos 1 vez a cada 6 meses no mínimo!!! Preciso voltar a viajar urgentemente!!!
        Belíssimo texto!!!

    • Mirna 12/07/2014   Reply →

      Amei seu texto!Acabei de voltar de Cingapura e já estou pensando qual será a próximo destino rsrs

  • Larissa Mattos 07/07/2014   Reply →

    Adorei o seu texto! Vc escreve cada vez melhor bruninha! orgulho total de vc! Parabens!!! obs.: comece a juntar dinheiro novamente, a holanda ta te chamando

    • Bruna Estevanin 10/07/2014   Reply →
      Bruna Estevanin

      Difícil vai ser juntar dinheiro hahahaha mas juro que vou tentar! Já tô com saudade, Lala. Aproveita! Ps: morrendo de orgulho tô eu de você <3

  • Nossa, é bem isso mesmo, Bruna! Que saudade das nossas aventuras!

  • Aninha 07/07/2014   Reply →

    Muito bom, Bru! Viajar também acabou com a minha 🙂 e que continue acabando!

  • Luiza Martins 08/07/2014   Reply →

    Próxima parada: São Paulo, te visitar! hahaa 😉 Amei tb.

  • luizatmartins 08/07/2014   Reply →

    Próxima parada: São Paulo, te visitar rs Amei 😉

  • Gabriel 09/07/2014   Reply →

    E você gostou do Nordeste? Conheceu o Ceará? Se sim, o que achou?

    • Bruna Estevanin 11/07/2014   Reply →
      Bruna Estevanin

      Oi, Gabriel! Não consegui conhecer o Ceará ainda, mas amei o pouquinho que deu tempo de ver. Comida e hospitalidade nota mil! Os cenários nem precisa falar, né? Todos lindos.

  • Priscila Nunes 10/07/2014   Reply →

    Lindo texto! Cheio de emoção. Emoção que conheço bem! Super me identifiquei! !
    Viciada convicta! Que bom!!

    • Bruna Estevanin 11/07/2014   Reply →
      Bruna Estevanin

      Ei, Priscila!! Fico muito feliz das pessoas se identificando com esse sentimento. Não tem coisa melhor que isso =)) Bjos!

  • Heloisa Karlberg 11/07/2014   Reply →

    Muito bom

  • Sou agente de viagens e fiquei encantando com o texto.
    Não gosto de vender pacotes turísticos e prefiro deixar que o viajante se envolva com o local.
    O que acontece é exatamente o que está descrito. Muito boa a percepção.

  • Thiago 11/07/2014   Reply →

    Que demais! Que orgulho…

  • Leonardo Barros 11/07/2014   Reply →

    Parabéns Bruna. Me vi 100% neste seu depoimento. Faz 8 anos q retornei do meu ultimo intercâmbio e até agora não me ajeitei no Brasil. Minha inquietude permanece e a idéia numa nova experiência no exterior permanece. Bora? rs

  • Carla Diniz Naue 11/07/2014   Reply →

    Estou pensando em um intercambio para o final do ano, mas o que pesa muito para mim é a questão de dinheiro envolvido.
    E foi por esse motivo que pensei em trocar o destino de Londres para o Peru, e um intercambio social ao invés de um para curso de Inglês.

    O que você acha?

  • Amanda Gastaldel 11/07/2014   Reply →

    Lindo texto. Não poderia encontrar descrição melhor da sensação maravilhosa que é viajar. Parabéns pelas palavras, Bruna!

  • Pingback: Cães, sóis e eu « 11/07/2014   Reply →
  • Julio C Oliveira 12/07/2014   Reply →

    No caso especifico da Romenia nao trata-se de ostentacao. Trata-se de ciganos q nao sao bwm vistos em lugar nenhum da Europa. Ha tb pedintes que vem ate aqui na Suecia e emporcalham tudo e vivem de esmola. Quando juntam uma grana boa, voltam pra Romenia.

  • Sandra 12/07/2014   Reply →

    Bruna , amei o seu texto a sua escrita é muito clara e revela todo sentimento que tenho sobre viagem.Você conseguiu resumi tudo o que sinto nesse momento.Fui pela segunda vez a europa depois de 5 anos sem ir ali.Estava em Lisboa e Madrid por este último me apaixonei.fiquei ali 30 dias.Sou funcionaria publica e ja penso na próxima viagem.

  • ninarossanolli 12/07/2014   Reply →

    Falou e disse. Da dificuldade que se tem de expressar esses sentimentos viajantes vc conseguiu reunir pontos que dizem tb mto sobre mim e minha vida que acabou após tantas idas sem volta.

  • Nathalia 13/07/2014   Reply →

    Tudo verdade! Não sei se é pior ou melhor, mas depois de passar seis meses na Europa não consigo mais pensar em futuro sem conhecer outros lugares dentro e fora do Brasil, minha cidade ficou apertada demais pra mim. Duro é viver com essa vontade constante enquanto não é possível seguir para o próximo destino.

    • Fabio 13/07/2014   Reply →

      Tá, viajar muda a vida das pessoas, mas todas as experiencias descritas aqui são etnocêntricas, baseadas em viagens para a Europa ou centros desenvolvidos economicamente na Ásia. Enfim, pontos turisticos. Quero ver alguém conhecer a realidade do Congo ou do Djibuti, e descrever a mesma sensação ao conhecer a tradição da mutilação genital feminina, ou familias que cozinham pedra para enganar os filhos sobre o que há para o jantar. Essas tradições e situações dos povos africanos devem ser respeitadas, e se vivenciadas, transformam muito mais a vida do viajante.

    • Fabio 13/07/2014   Reply →

      Tá, viajar muda a vida das pessoas, mas todas as experiencias descritas aqui são etnocêntricas, baseadas em viagens para a Europa ou centros desenvolvidos economicamente na Ásia. Enfim, pontos turisticos. Quero ver alguém conhecer a realidade do Congo ou do Djibuti, e descrever a mesma sensação ao conhecer a tradição da mutilação genital feminina, ou familias que cozinham pedra para enganar os filhos sobre o que há para o jantar. Essas tradições e situações dos povos africanos devem ser respeitadas, e se vivenciadas, transformam muito mais a vida do viajante.

  • Fernanda 13/07/2014   Reply →

    Faço de suas palavras, minhas! Minha primeira viagem sozinha foi em 2009 e desde então viciei, me libertei, não vou em baladas caras, não guardo dinheiro mas sou feliz viajando a cada promoção de passagens aéreas ou acumulando pontos com o programa de km de vantagens 😉

  • Ronessa 13/07/2014   Reply →

    Sensacional o texto, Bruna!
    Simplesmente, me descreve…
    Como algo, aparentemente simples, como viajar, pode mudar tanto a nossa vida?!
    Só sei q não sou a mesma pessoa desde então 😀
    Parabéns pela escolha de vida e pelo texto 😉
    Beijooo!

  • Edna Navevaiko 13/07/2014   Reply →

    Vc falou tudoooooooooooooooooooooo, parece q arrancou de mim o q estou sentindo e escreveu!!!!! acabei de voltar da Europa (Portugual- França, Turquia), linnnndo texto, e quero continuar viajando, rs

  • Sanmis Sam 13/07/2014   Reply →

    Muito me identifiquei com seu texto. A vida de quem decide viajar realmente no regresso não é mais a mesma. Quando falamos para os outros dos locais que fomos, parece até que nos apropriamos daquela região e que ela faz parte de nós, e de fato começa a fazer parte sim, pois acaba que pegamos um pouquinho a influência dos lugares.

    Bela forma de enxergar… Parabéns!

  • Fê Faustino 13/07/2014   Reply →

    Perfeito! Estou fazendo intercâmbio na Irlanda e comentei sobre isso hoje com uma amiga. Depois que você viaja, estuda fora, conhece novas pessoas, novos lugares, não dá mais para imaginar a vida de antes. Parabéns pelo texto.

  • João Coutinho 13/07/2014   Reply →

    Agradeço o texto, conseguiu capturar exatamente o sentido da questão! obrigado

  • Gusttavo Earl 13/07/2014   Reply →

    Nossa, que delicia esse texto, amei amei amei. Só me deu mais vontade de que 2015 chegue pra eu começar minhas aventuras pelo mundo. Minha primeira parada vai ser a califórnia.

  • Fabricio Amaro 14/07/2014   Reply →

    Parabéns Bruna. Belo artigo. Ate pouco tempo estava casado (14 anos rs) e sem filhos, e esse foi o problema 🙁 agora, vou me organizar financeiramente pra colocar o pé na estrada e viver essas coisas que sempre admirei quem faz, e vc acabou de alimentar um pouco mais esse desejo 🙂 obrigado

  • Karina 14/07/2014   Reply →

    Parabéns Bruna amei o texto, tudo haver comigo com todos que viajamos esse mundo a fora beijos Deus que te proteja onde quer que vc vá. :*

  • Marcia Hoshi 14/07/2014   Reply →

    Me identifiquei totalmente com o que voce escreveu Bruna!!! Minha primeira viagem aconteceu em 2011. Primeira de avião tambem! Eu e meu marido fomos a Europa, nos hospedamos em hostel, andamos muito a pé, nos perdemos no trem bala e paramos numa cidade que nao tinha um hotel, conhecemos muita gente e acredite, falando muito pouco o inglês! E sabe o que aconteceu? Nos viramos muito bem!!! Rimos, estressamos, achamos, comemos, conhecemos!!! E depois do retorno, cada centavo foi poupado para a próxima viagem! No ano passado fomos novamente a Europa (aquilo me encanta) e cá estou eu guardando cada tostão que posso para a próxima!! Essas viagens mudam muito o nosso jeito de pensar e agir!!! Adorei seu texto!

  • Janete Riedel 14/07/2014   Reply →

    Viajar realmente é muito bom, porém com simplicidade a gente consegue coisas grandes…excelente artigo!!!

  • Grazielle 14/07/2014   Reply →

    Descreveu a minha vida! Rs
    Não existe nada melhor do que viajar!

  • Daniel Chaves 14/07/2014   Reply →

    Muito bom o texto,Bruna. Depois de visitar os quatro cantos do mundo,posso lhe dizer que as sensações e a pouca grana são exatamente similares (hehe).

    Essa parte é genial:

    “No fim, a pessoa que embarca no aeroporto nunca é a mesma pessoa que volta para dar abraços cheios de saudade. Além da bagagem quase sempre mais cheia e pesada, ela traz também reflexões sobre a vida e sobre o mundo que, de alguma forma, a tornam uma pessoa melhor. E, junto, muitos, muitos planos para novas viagens.

    Qual a próxima parada?”

    Finalmente vou poder explicar (decentemente) para minha mãe.porque viajo tanto.

    Bjos e Parabéns!

  • Raimundo Menescal 14/07/2014   Reply →

    Não sei se terei tempo e oportunidade de fazer o que você está fazendo, mas estou viajando com as suas andanças e descrições. Se tiver um tempinho, venha ao Ceará. Vai gostar e aumentar seu cabedal de conhecimentos e vai amar !

    • Maria França 16/07/2014   Reply →

      Foi o que fiz, Raimundo…. “viajei” com a Bruna. Quem sabe ainda tenhamos tempo/oportunidade?

  • luedja Monteiro 14/07/2014   Reply →

    Muito coerente e realista esse texto. Me identifiquei com as palavras ditas. Uma saudade me invadiu…e, planejar minha nova viajem é a minha próxima meta. Abraço.

  • Juci 15/07/2014   Reply →

    Muito legal Bruna, também Já viajei para vários lugares e tive esses sentimentos que você descreve perfeitamente.

  • Luis Tenani 15/07/2014   Reply →

    Ótimo post !

  • Sara Santos 15/07/2014   Reply →

    Parabéns pelo texto!! Incrivelmente cheios de verdades… a que eu mais me identifiquei foi o fato da gente nunca voltar a mesma pessoa, isso é fantástico!!
    Hoje mesmo já pensei, o inverno chegou e eu não comprei nenhuma blusa nova, as minhas estão muito velhas…. mas eu lembrei que em setembro to caindo no mundo de novo e deixa a blusa pra lá, é um museu a mais que eu conheço, foco na viagem que eu ganho mais…

    bjs e boas viagens pra gente…

  • Ótima matéria, muito bem redigida (sintoma da inspiração da verdade, sintoma da viagem) Tenho acompanhado e tenho sentido essa ânsia por isso. Viajar, mas também trabalhar, mudar de país e retornar a minha identidade.

    Parabéns

  • Sofia Costa 15/07/2014   Reply →

    Muito bom! Só quem tem o prazer de viajar, se identifica..! Entre no nosso portal (www.revistapelomundo.com.br) e descubra/garanta já o seu próximo destino! Parabéns pelo textp! (;

  • margarete moraes 15/07/2014   Reply →

    bruna amei seu texto, me vi nele viajar tornou-se meu vicio, otexto elindo e reflete perfeitamente oque pensam os que amam viajar ao contrario de voce minha primeira viagem foi para o nordeste e so depois fui para europa e estados unidos agora o dinheiro esta sendo guardado para a tao esperada italia parabens bjos

  • Andrea Gass Coelho 15/07/2014   Reply →

    Nossa, me vi nesse post, moramos há 3 anos na França e de início a intenção era juntar uma graninha para quando voltássemos para o Brasil. Pensamento esse que foi mudado depois da 1a viagem…
    Agora depois de conhecermos inúmeros países e cidades, não tem mais como parar. Alguns nos perguntam como está nossa poupança e respondemos que está guardada em fotos e na lembrança.
    😀

  • Hermes dos Santos 15/07/2014   Reply →

    Compartilho inteiramente do conteúdo do seu texto…assim como das observações daqueles que identificam a importância vital para o ser humano de viajar…e conhecer melhor a realidade do seu País e do Mundo muito além do circuito formatado pela operadoras de turismo. PARABÉNS!
    Hermes dos Santos

  • maisacarolina 15/07/2014   Reply →

    Taí, vc acabou de dizer a mim mesma pq eu não consigo guardar um real haha
    amei! =)

  • Fernando 15/07/2014   Reply →

    Texto perfeito… parabéns! É engraçado quando as pessoas acham absurdo gastar tanto pra viajar e dizem que não gastariam tanto só pra ir em outro lugar … Essas pessoas que dizem isso, só mudariam de opinião se sentissem o que sentimos durante as viagens. é como vc disse… “libertador”.

  • Pedro Miranda 15/07/2014   Reply →

    Irado !!! descreve exatamente o que eu sinto desde que viajei pela primeira vez com 19 anos minha vida nunca mais foi a mesma até então , todo dia bate uma agonia por nao estar viajando no momendo , as vezes é maior as vezes menor… a vida fica totalmente orientada a isso e vc começa a adaptar a forma que vc vive pra ela ficar mais propicia a viagens , trabalho, relacionamentos na maioriadas vezes sem um sério compromisso…. vc simplesmente abre mao de muita coisa pra cair na estrada , a solidão as vezes bate tb , mas o preço a se pagar vale MUITO A PENA… e espero um dia ainda poder tirar minha carteira de motorista KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  • Marina Senese 15/07/2014   Reply →

    Uau, disse absolutamente t u d o, favoritei pra prosperidade e pra me lembrar que a rotina em SP não pode sugar meu verdadeiro eu que ama viajar! Obrigadaaaa!

  • marikotarosa 15/07/2014   Reply →

    Republicou isso em marikotapelomundoe comentado:
    Perfect!

  • marikotarosa 15/07/2014   Reply →

    Nossa, que texto ótimo. compartillhei no face e no meu blog (marikotapelomundo.com) tu conseguiu listar os 5 motivos, explicando o que eu as vezes tento q não acho palavras. 🙂

  • ngonzalez59 16/07/2014   Reply →

    Republicou isso em Coney Island Queen .

  • ricardo 16/07/2014   Reply →

    gostei do post, mas também não gostei, tu descreve de uma forma melancólica e catastrófica que pode resultar de viagens, das emoções que não se viveria de um dia-a-dia rotineiro, mas isso é extremamente normal para o ser humano quando experimentado o diferente. o diferente sempre vai atrair o olhos de estranhos àquele novo cotidiano. Tu falaste que viajando somos mais nós mesmo, mas também pode ser um jeito de fugir do que realmente somos e ser novas pessoas por estarmos em um ambiente diferente. Concordo contigo no sentido de sairmos da nossa zona de conforto, isto é legal e pulsa o nosso cerne, mas no sentido que isto seja viciante não, até porque inconscientemente buscamos tranquilidade e calma na vida.

  • Estefânia 16/07/2014   Reply →

    Nossa, adorei o teu texto e realmente me vi em cada frase. Ano passado resolvi do nada fazer minha viagem sozinha para o Nordeste e depois não quis mais parar. Já fiz mais quatro desde então e eu sempre digo que volto uma nova pessoa. Recomendo sempre e quero cada vez mais!

  • Ricardo Dalbem 16/07/2014   Reply →

    Gostei muito! Realmente diz tudo que sinto na vida agora. Nos sentimos tao perdidos, como se estivessemos fazendo algo “errado” no modo normal do mundo. Mas viver intensamente é isso.
    Mas tambem afirmo e pela minha prática que não é preciso ir a falência e ficar sem um real para curtir muito. Fiz muitas viagens, sempre poupo algo e tento retornar com alguma coisa para nao chegar no perrengue total de volta! É possível!

  • refugiodolajeado 16/07/2014   Reply →

    teste

  • Leila 16/07/2014   Reply →

    Perfeito!!!!

  • João Cruz Cruz 16/07/2014   Reply →

    Delicioso e sincero relato feito por uma autêntica nômade!

  • Viviane Soare 16/07/2014   Reply →

    Amei o post!! Super compartilho deste sentimento… Depois de morar 3 meses em Londres e ficar passeando pela Europa…

  • ediclea 16/07/2014   Reply →

    Gostei da ideia de que sair da zona de conforto, para os inquietos e curiosos amantes da estrada, é a sua zona de conforto melhorada…rs

    • Gostei muito do artigo, sair da zona de conforto se faz necessário, apesar de descordar da afirmativa “que nunca mais vai conseguir salvar dinheiro”. Na nova era, é mais que possível ser nômade digital, guardar (e ganhar) dinheiro, enquanto viaja.

  • claudia 16/07/2014   Reply →

    Ameeeeei. Faço minhas, suas palavras 😀

  • Danilo Vilela 16/07/2014   Reply →

    Parabéns sábias palavras, e é isso que nos faz viver.. Ser viajantes !!!

  • Adriana 16/07/2014   Reply →

    Ótima percepção! Amo viajar também… E com certeza nós transformamos em cada viagem.

  • Larissa 16/07/2014   Reply →

    Exato! Concordo contigo. Quantas vezes já ganhei dinheiro de presente como ajuda de custos pra comprar uma máquina fotográfica, um computador, etc, e isso tudo acabou virando em viagens…perdi as contas. É claro que é possível viajar com pouco dinheiro, mas um pouco sempre precisa.

  • Pedro 16/07/2014   Reply →

    Texto fora do normal! Compartilhei no meu face!
    Meus parabéns!

  • Luiz Freitas 16/07/2014   Reply →

    Verdadissima! Minha paixão por viagem é de moto. Já fui sozinho a Belém de Yamaha factor 125 duas vezes, outra vez fui a Fortaleza sozinho, e em Janeiro passado (2014), minha mulher e eu fomos a Belém de moto, em uma Yamaha Fazer 250, tudo a partir de Brasilia, pegando chuva na estrada, comendo as comidas deliciosas (ou não) dos resuatrantes, dormindo em hotéis à beira da estrada, experimentando comidas que outras pessoas virariam os olhos de surpresa (Açai com farinha de tapioca, açucar e peixe frito ou camarão), foram 3 dias de ida e mais tres de volta. Mas só quem tem espírito de aventura sabe o que é viajar. Parabéns pelas suas viagens. Nada se leva da vida, a não ser as lembranças das coisas verdadeiramente boas que vivemos. Luiz

  • Maria França 16/07/2014   Reply →

    Eu tenho 52 anos e muita vontade de viajar (sem ter dinheiro, o que é pior)… será que ainda dá tempo?

    • Claro que dá tempo! Faça um favor a você mesma e viaje. Não precisa ser pra muito longe, mas vá para um lugar que nunca tenha visitado antes e descubra que ainda tem muito tempo pra você ver o mundo.

      • Bruna Estevanin 19/07/2014   Reply →
        Bruna Estevanin

        Maria, concordo muito com a Natália! A única coisa que não dá tempo nunca na vida é de desistir dos nossos desejos e sonhos! Vá em frente, desbrave e descubra-se também =) Beijos!!

    • Giselle 20/07/2014   Reply →

      Minha mãe viajou pela primeira vez com 60 anos…e pro Japão! Sempre há tempo 🙂

    • Lindalva 20/07/2014   Reply →

      É claro que dá tempo. eu comecei aos 70 e agora aos 73 já fiz duas viagens internacionais e inúmeras país afora. Basta querer, nunca tarde para começar!

    • mauricio 21/07/2014   Reply →

      Sempre há Tempo!!!

  • Alice 16/07/2014   Reply →

    Exatamente!! Me vi em você.. Em estar querendo sempre viajar, em se sentir livre em outros lugares. É a melhor sensação do mundo! Se sentir em casa em um lugar completamente desconhecido.. Amo viajar e não consigo parar de planejar, tenho viagens à Europa, Tailandia e Costa Rica marcadas, e queria mais! Pena que a rotina e a quantidade de dinheiro não deixam!! Otimo post.. Fiquei super feliz em ler! Beijão!

  • r12l21 16/07/2014   Reply →

    ^^

  • Michaelle 17/07/2014   Reply →

    Parabéns pelo seu depoimento! Como todos colegas de “vícios” acima, me identifiquei muito nesse texto! E complemento: nos sentimentos em casa no meio dessa correria, pois encontramos pessoas como nós no meio do caminho…por isso transitar pelo mundo acaba sendo o nosso “estado de acomodação”, simplesmente porque nos identificamos com essa vida!
    Conhecer tantas culturas, tanta gente, tantas paisagens de tirar o fôlego, tantos chek-ins e chek-outs, passam ser rotinas, nas quais pagamos por estar na nossa vida real!
    Mas é simplesmente bom ter a oportunidade de conhecer o mundo! é a unica coisa que podemos adquirir na vida: conhecimento e experiências!
    abraço! e nos encontramos no meio do caminho…

  • Aline 17/07/2014   Reply →

    Ahhh que legal..aconteceu o mesmo comigo. Desde de 2008 eu não sou mais a mesma e tão pouco consigo gastar/guardar dinheiro para outras coisa que não seja viagens.

  • Perfeito!!!!! É assim que me sinto também!!!!

  • Eu, como mochileira, desde os 18 anos, fico contente quando alguém expressa tão bem tudo que espero e sei que um viajante sente por ser o que sinto quando estou em minhas jornadas. E que sigamos assim porque nossa natureza é nômade e conhecer rejuvenesce e engrandece a alma. Sucesso.

  • sy 17/07/2014   Reply →

    Perfeito…Eu não sou mais a mesma pessoa…Tudo para mim é planejar…Planejar a próxima viagem! Sonhar com o próximo destino, aproveitar o máximo a passagem que foi comprada para o determinado pais escolhendo a dedo tudo o que posso conhecer…Odeio deixar escapar algo, e não gosto de ir só a pontos turísticos, gosto de viver como eles, comer como eles, e injetar a cultura deles na minha veia…E assim que me sinto, e assim que eu vivo! Eu sonho com meu destino e isso me impulsiona a trabalhar no meu dia a dia, para que possa pagar a viagem que já esta no papel e correndo pela minha veia.
    A casa pode estar precisando de uma pintura, a cadeira de ser trocada, mas dinheiro de viajar é para viajar, isso não se mistura…rrrsss… E se vc pensar bem, pintar uma casa hj ´é dinheiro que dá para permanecer uns bons dias viajando, você não acha???

  • José aires 17/07/2014   Reply →

    Parabéns pela ótima reflexão.

  • João Cruz Cruz 17/07/2014   Reply →

    Comentara antes (Delicioso e sincero relato feito por uma autêntica nômade!) por conhecer esse tipo de aventura.
    Veja sinopse do meu livro (esgotado) de uma das aventuras:
    Ano 1960. “Anos Dourados“. Não havia GPS, Internet, celular; cartões/crédito nem estradas asfaltadas.
    Piloto e garupa montados numa motocicleta inglesa de 500cc saem através estrada de terra Rio-Bahia BR-116, (estrada da morte), atravessam seis estados do sudeste/nordeste brasileiro, percorrem mais de 6.000km durante 41 dias, indo e voltando Rio/Paraíba/Rio.
    O pretexto era ver o carnaval no Recife-PE, mas o que o piloto queria era passar por Itabuna-BA para procurar amor que conhecera no Rio e que repente, sem mais nem menos, sumira misteriosamente.
    Após virtual incidente em Itabuna-BA, aconteceu em Ilhéus-BA incrível e inesperado caso deles com “quengas” pra lá de amistosas.
    Se tudo isso não bastasse, surpreendente romance aconteceu em Ibimirim-PE com duas lindas moças que mudou-lhes o destino. Por causa delas foram à Campina Grande-PB onde houve fato bem hilário.
    A volta, quase toda sob terrível temporal, enfrentaram atoleiros, chuva, frio, fome, e até sem dinheiro ficaram. Os acontecimentos foram tão tenebrosos que até Juscelino Kubitschek, presidente do Brasil na época, mandou jogar roupas e suprimentos de paraquedas para os desabrigados das chuvas.
    Nessa incrível aventura tiveram ajuda, também ajudaram, e dentre sérios problemas enfrentados, até vida de moça enferma salvaram por levá-la entre eles na motocicleta até ao hospital distante 40km.
    Mostra, com total fidelidade, pessoas e costumes das regiões, a garra, destemor e prudência que antigos moto estradeiros tinham para não sucumbirem nas terríveis estradas de terra desertas, ermas e sem qualquer recurso. Razão de usarem perícia e criatividade.
    E mostra porque motociclistas eram respeitados e até admirados.
    Tudo narrado de forma coloquial, alegre e de forma contagiante.

  • gladis rohde 17/07/2014   Reply →

    Então acho que tenho muita sorte… sou paga para viajar….. Guia de Turismo, viajo com grupos pequenos e seletos, para os mais variados lugares. Não quero morrer tão cedo pq tenho muito chão ainda pela frente…

  • Fábio Mialski 17/07/2014   Reply →

    Também morei na Romênia em 2009/2010, ficou em qual cidade?

    Muito bom o artigo!

  • maria 17/07/2014   Reply →

    Acho que os tópicos 1, 2, 3 e 4 são coisas boas, afinal. Experimentar, descobrir mais de nós mesmos, ver o mundo e a vida de várias formas, viver! Quanto ao quinto item, este é uma questão de mera organização e de prioridades. Viajar um ano sim outro não, economizar aqui e ali, fazer isso ao invés daquilo! Eu, que cresci com um pai economista, aprendi a controlar as minhas finanças e isto você consegue fazer igualmente! Seja por meio de um curso ou consultor! Continue viajando, não há coisa mais deliciosa do que esta!

  • Junior 17/07/2014   Reply →

    Não só pôs em um texto o exato sentimento que temos ao viajar, como o fez de forma perfeita! Parabéns pelo artigo!!!

  • Monik 17/07/2014   Reply →

    Seu texto foi muito pontual, ótimo. Compartilho exatamente os mesmos sentimentos e experiência! Que Deus nos abençoe muito para viajarmos cada vez mais!

  • Vania 18/07/2014   Reply →

    Ótimo Post!!! Vc conseguiu expressar em algumas palavras tudo o que eu sinto e o que eu gostaria de explicar para as pessoas o que eu sinto quando viajo. É como amar viver preso numa eterna liberdade!!

  • zelia 18/07/2014   Reply →

    Serah que a Alice que postou ali em “riba” eh minha filhota? Deve ser… tah no sangue… Minhav ida consiste em planejar a proxima viagem. E o dinheiro eh curto. Entao tem que ser bem estudadinho, E sempre volto falida… Mas feliz, enriquecida.. A casa fica sempre em ultimo lugar. Não tenho queixas da vida. Só tenho uma: Queria viajar mais e mais… é viciante mesmo !

  • Laryssa Machado 18/07/2014   Reply →

    Por esses motivos descritos que amo viajar. Não consigo passar muito tempo sem fazer uma e estou sempre querendo mais e mais. Meu sonho: viajar o mundo todo

  • Lamice Rodrigues 18/07/2014   Reply →

    Excelente texto! Me vi em cada palavra. Parabéns!!

  • Adriana Setti 18/07/2014   Reply →

    Está aí um texto que eu gostaria de ter escrito. Meu trecho preferido: Uma vez que você sai dela, é muito difícil voltar. Tão de difícil que, pra muita gente (e eu me incluo nesse grupo), estar fora da zona de conforto é, de certa forma, uma zona de conforto. E o inverso acaba acontecendo: difícil agora é criar uma rotina, pensar em um planejamento a longo prazo, ter disciplina com tarefas habituais… Não sei dizer com propriedade sobre como evitar que isso aconteça, mas decidi, já que os desafios de uma viagem não eram tão desafiadores e nem o conforto da rotina tão tedioso, que a minha meta seria viver no meio termo, que isso sim seria sair da zona de conforto: conciliar uma vida tradicional, um emprego rotineiro e as aventuras e descobertas de um viajante.
    Palmas pra você!

  • Larissa Gaspar 18/07/2014   Reply →

    Você descreveu toda a minha vida, após experimentar a sementinha de por o pé na estrada rsrs

    O pior é a fase da falta de grana, a abstinência que bate é cruel.

  • Angela Moser 18/07/2014   Reply →

    Texto mto perfeito! Muito eu isso! Sem mais.

  • Raissa 19/07/2014   Reply →

    Adoreii

  • Aline 19/07/2014   Reply →

    Texto realmente muito bom! Compartilho de todo esse sentimento desde quando eu voltei da Australia e agora estou indo passar uma temporada no Chile e Peru.
    Parabéns Bruna!!

  • fabiana novello 19/07/2014   Reply →

    Eu me identifiquei muito com esse texto. Tem toda razão: “Nada é tão libertador quando a sensação de estar em um lugar novo onde você é completamente anônimo”

  • Lindinéia 19/07/2014   Reply →

    Texto perfeito… concordo plenamente! Realmente viajar é, e sempre será viciante!Esperei 45 anos para provar dessa maravilha, e tenho certeza que não vou parar mais…

  • adilson 20/07/2014   Reply →

    Se um dia vc tiver uma dor de barriga e precisa de dinheiro pra si tratar vms ver se suas experiências de curtir a vida gastanto sem si preparar para o dia do amanhã ,vms ver como vc sairá dessa…
    Axo ke vc não conhece a história do gafanhoto e das formigas né???
    A vida não è feito só de férias ….é feito de trabalho,compromissos ,responsabilidades,
    Si vc não olha pra ninguém ,ninguém olhará para vc tb…ficara sozinha nesse mundo si precisar ….
    Vai fica velha e sem ,pagara aluguel a vida toda e não terá uma aposentadoria …aproveite a vida sim…. Mais com equilíbrio

    • adilson 22/07/2014   Reply →

      Por favor apague esse meu comentário c possível
      Fiz num momento difícil na minha vida
      Obrigado

    • Robson 29/07/2014   Reply →

      Adilson, meu pai juntou dinheiro a vida inteira. Em casa ninguém comia carne, era muito caro. Churrasco então, nem mesmo no Natal. Cerveja, um litro dividido para duas pessoas. Tomávamos banho a cada dois dias, para economizar água e energia. Sempre economizamos tudo e não viajávamos para lugar nenhum. Só conheci o MAR aos 30 anos. Isso mesmo, aos 30 anos. Meu pai morreu e foi se embora sem dinheiro algum. E o que ganhamos com isso? Nada!!!! O dinheiro foi gasto para pagar a papelada do inventário e os impostos do governo. Sou até mais pobre do que meus colegas que viajavam a bessa. Por isso, acho que a pessoa tem que viajar mesmo! Melhor gastar dinheiro com viagem do que gastar dinheiro na farmácia.

  • Florentina. Cassol 20/07/2014   Reply →

    Maravilhosooooooo, também me identifiquei , meus pensamentos estão sempre pelo mundo. Parabéns , graças a minha norinha Melina, pude ler este texto onde ela colocou, : sogra é a tua cara ” . Agora mais um para ler e pior perder o sono pois uma viagem por ano é tão poucoooo!

  • Cristiane de Pontes 20/07/2014   Reply →

    Quando viajamos sozinhos, levamos e também deixamos um pouco de nós nos lugares por onde passamos. Eu por exemplo, na minha primeira viagem a Paris deixei meu coração numa praça e prometi buscá-lo depois, somente quando ele se divertisse e amasse mais pessoas. Voltei 3 anos depois e foi emocionante – risosss , nos tornamos um pouco loucos também, pois vemos que o mundo é tão pequeno, mas com tantos lugares pra se conhecer em tão pouco tempo.

  • Pingback: Sunday Links #11 | 20/07/2014   Reply →
  • Sil Ros 21/07/2014   Reply →

    Alguem vio o filme, Va, Viva e Volte, ele conta a historia de un jovem negro judeu Ethiopiano, teu depoimento me fez repensar neste filme, alem de ver traduzido em palavras as sensaçoes de viajante.
    Do meu lado comecei nos anos 80, aux 18 anos, viajando pelo Brasil e America Latina, uma mochila vermelha, o livro “A historia de Fernão Capelo Gaivota,
    Nunca passei dificuldade, pois sempre trabalhei aonde passei, conheci pessoas maravilhosas, de todos os niveis sociais, aprendi que vida é preciosa, e magnifica, temos muita sorte de viver neste planeta.
    Faz 22 anos que vivo na Europa , me formei, sou enfermeira, trabalhei 10 anos com os Médecins Sans Frontières, cada ano viajo, o bom deste vicio, é que ñ tem risco de overdose.

  • Vania Garcia 23/07/2014   Reply →

    Amei!!!! Simplesmente perfeito!!! Parabéns pela narrativa envolvente e deliciosa!!!! Viajar é tudo isso e mais um pouco!!!

  • Adriana Britto 23/07/2014   Reply →

    Olá..adorei o texto; estou lendo via facebook em um hotel em Gotenburgo(Suécia); e me vi em quase todos os pontos que você descreveu.
    Esta é só mais uma de minhas viagens chegando ao fim (final de férias) mas já tenho a próxima em vista!
    E sim…chegarei mudada, com mais bagagem e absolutamente encantada por todos os países e lugares especiais que passei.

  • silvano 23/07/2014   Reply →

    Muito bom,me faz lembrar das minhas viagens q nos tranforma e nos completa
    Cada lugar q conhecemos,nos deparamos com o desconhecido e ao mesmo tempo comparamos os lugares em que conhecemos com os lugares q vivemos e quando retornamos enxergamos tudo diferente e passamos a valorizar mais nossas origens
    A verdade e q por mais q conhecemos lugares diferentes nada sera igual ao q vivemos

    • Lego 01/11/2015   Reply →

      ah eu me transformo mesmo tb. e faço coisas doidas e proibidas qdo viajo..a uma distancia consideravel mesmo sem conhecidos chatos por perto. até pq aqui onde eu tpou acabou ficando chato e o melhor é viajar e se jogar!! =)))

  • Carlos D. Sanches 23/07/2014   Reply →

    Este texto é sensacional e exprime exatamente a sensação maravilhosa que é se perder no mundo! Em cada esquina uma história! Cada costume diferente, cada palavra nova, em cada prato uma experiência! O mundo é incrível!

  • Pingback: Herança « uma boa dose 24/07/2014   Reply →
  • yohanecardoso 29/07/2014   Reply →

    Maravilhoso!! O texto provoca no íntimo o crescente frenesi que experimentamos ao viajar! Me apaixonei por esse texto e ainda mais por viagens. Ainda encontro a minha fórmula para viver assim, viajando feliz pelo mundo!

  • Yoshiko 30/07/2014   Reply →

    Viajar é um vicio contagiante, qto mais vc viaja, mais vc quer…..

  • José Gonçalves 31/07/2014   Reply →

    Viajar é realmente um vício.

    O prazer de conhecer novos cantos, recantos e encantos.

    E essa sensação maravilhosa de Liberdade que no fundo nos permite ser nós mesmos, mais sinceros, permite-nos também gravar profundamente todas as sensações, por vezes até os cheiros.

    Adoro viajar.

  • Thalita 01/08/2014   Reply →

    Uauuu!! É tudo isso e um pouco mais!! Parabéns pelo texto!! Estou as voltas com uma vontade enlouquecida de Trip “round the world”… É latente a vontade de simplesmente ir… Mas, enquanto n vou, fico aqui a procura de mais e mais motivos p ir sem maiores arrependimentos… A começar, por todos acharem isso uma “loucura”, mas lá no fundo tbm.queriam ser “homens e mulheres” de vdd p ir…srsr
    Bjs e sucesso nas trips!

  • Muito interessante este relato!!!

  • julijolie 02/08/2014   Reply →

    Que texto maravilhoso!
    Viajar te prepara pra vida. Te ensina coisas sobre o mundo e sobre você mesmo. Ainda estou só no colegial, mas não me vejo em uma vida que não seja viajando, fora e dentro da zona de conforto ao mesmo tempo.
    xoxo

    http://www.s2juuh.blogspot.com

  • Natasha Szejer 02/08/2014   Reply →

    Nossa, descreveu muito beim 🙂 adorei

  • Rosangela F G Ferreira 03/08/2014   Reply →

    Simplesmente maravilhoso este texto … Viajar é uma das melhores experiências que podemos viver. É como um renovar de forças, de ego, de alma…é permitir-se encantar pelo novo, o inesperado. Amo viajar, e pertenço a este grupo de viciados que já chega ao aeroporto no desembarque planejando o próximo roteiro. Está prática é mágica!!!

  • Marcel Bittencourt César 05/08/2014   Reply →

    Como você escreve bem hein!

  • Eduardo Prado 06/08/2014   Reply →

    Sei bem o que é isso, Bruna! E como sei…

  • Pingback: Links Bacanas | 2Beauty 27/08/2014   Reply →
  • Gislaine Alves de Oliveira 27/08/2014   Reply →

    E quando a gente se emociona com os relatos alheios?

    Ótimo post. :’)

  • Caroline 27/08/2014   Reply →

    Nada mais cliché do que “é pura verdade”!!!

  • Juan 27/08/2014   Reply →

    Experimentem viajar de bicicleta! Saberão menos ainda quem são! E que 30 dias de férias no ano não faz sentido! Nenhum!

  • Carol 28/08/2014   Reply →

    Poucas vezes tive tanta identificação com um texto de blog. Meu marido e eu trabalhamos para viajar, organizamos sozinhos todas as viagens que fizemos pelos cinco continentes, horas e horas de planejamento, contas, planilhas, temos uma coleção de lonely planet, e uma geladeira cheia de imãs de todos os destinos, nosso maior patrimônio.
    Difícil explicar para as pessoas convencionais que sim, temos 8 anos, nao temos casa própria e nossos filhos, por enquanto, sao nossos carimbos no passaporte.
    Quantas discussões já tivemos sobre isso, eu digo que precisamos economizar para comprar nosso canto e pensar em filhos, mas basta que as ferias se aproximem, ele proponha um destino novo e lá estou eu, embarcando na ideia de cabeça. Entao, por enquanto, vou pensar em como comprar um apto lá no Havaí! Rsrs

  • Lucas Morellato 29/08/2014   Reply →

    Nossa! Eu to sem palavras. É exatamente TUDO o que eu to sentindo agora, logo que voltei de viagem. Obrigado por me proporcionar esse momento. 🙂

  • Sabrinna 29/08/2014   Reply →

    Nossa, amei esse texto…
    Ainda não tive oportunidade de viajar pelo mundo, mas tenho muita vontade!
    Queria muito me sentir do jeito que vc descreve no texto 🙂

  • Igo Bandeira 04/09/2014   Reply →

    Me identifiquei por completo com esse texto!
    Principalmente no que se refere a estar sempre quebrado $$$…

  • Marco Antonio Navarro Vasconcellos 10/11/2014   Reply →

    Parabéns pelo texto. Muito bem redigido e com certeza engloba meus sentimentos em todos os aspectos. Sem dúvida, viajar é o melhor investimento que alguém possa fazer. O crescimento que as viagens nos proporcionam é imensurável, crescimento pessoal e na minha opinião, espiritual. Afinal, não é somente o trabalho que enobrece o homem…

  • Ester Mouzinho 12/11/2014   Reply →

    Amei o texto! Sem dúvida a sensação de estarmos em outro país que não seja o nosso, nos tras um sentimento de liberdade. Deixamos nossas origens, cultura, para participar e conhecer o novo sem medo! Nos achamos até corajosos as vezes…rsrs Sair da zona de conforto nada mais é, ter coragem de conhecer o desconhecido. Porque ficamos tão anciosos quando estamos viajando? Mas uma ansiedade positiva de pensar que o tempo é curto e temos tanto a conhecer, e q daqui a pouco estaremos noutra trip…rsrs

  • Christianne 10/01/2015   Reply →

    Sensacional !!!! Adoro viajar e é exatamente assim como me sinto à cada viagem. Entro em conflito constante entre comprar um imóvel e abrir mão de algo que faz sentir feliz, viva, renovada e então, continuo viajando para vários lugares incríveis !!! Parabéns pelo texto!

  • Lego 01/11/2015   Reply →

    Viajar é incrivel e , sim, eu faço coisas doidas e proibidas qdo viajo. Eu me transformo pra onde quer que eu vá a uma distancia consideravel haha..dentro ou fora do Brasil. E não é pra menos. É algo que nao tem como fazer por aqui, tão chato.

Degustando...