O lado bom da vida

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Ela sorri e eu sei, imediatamente, que há problemas à vista. Se ela fosse fácil, eu poderia jurar, que não teria a menor graça.

Mas, ela simplesmente sorri, e depois joga uma quantidade considerável de quebra-cabeças e duvidas em meu caminho. Eu sempre me pergunto: “Por que?”

Inicialmente, faço-me de vítima, sofro, permito ser levada pela maré da incerteza, nada é tão simples quanto parece. É assim que a vida nos mostra, aos poucos e aos muitos, que tudo tem seu preço e uma razão de ser.

Muitas vezes, somos pegos desprevenidos porque tendemos a nos prender a momentos que existem para ser efêmeros, para durarem um breve período, e só. O importante, nesses casos, é não deixar a peteca cair, é não se entregar, não deixar que tudo dependa de um único evento, pois cada dia é uma oportunidade.

Isso, para mim, é o otimismo que, duramente, aprendi a cultivar.

O momento que você percebe e sente, lá no fundo, que há sempre uma luz no túnel, que o positivismo gera positivismo, e que (felizmente!) o sol brilha todos os dias…

Você tem aquela sensação, sabe?

Que não se descreve, mas que está lá queimando em seu peito: vai dar tudo certo.

Acreditar no lado bom das coisas faz de você um excelente otimista.

Ingrid Tanan

Ingrid Tanan

A Ingrid é a moça dos sorrisos com covinhas e das bochechas rosadas. Ela aprecia um bom livro e, mais ainda, uma longa conversa sobre ele. Apaixonada por design, música, Friends, marshmallow, Tim Burton, cadernetas, postais e post-its. Acredita que escrever é seu momento – é poder estar consigo e refletir sobre o finito e infinito. Você pode encontrá-la em qualquer livraria de São Paulo ou às sextas aqui no Uma Boa Dose.
Ingrid Tanan

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